Poe e Chamfort

Poe e Chamfort

Estou lendo um livro do Poe, que eu adoro. Tudo o que eu queria era ficar lendo este livrinho. Mas fiquei? Nah! O que fiz, foi uma caminhada de 40 minutos.

Fim de tarde, tudo o que eu queria era ficar quieta, fumar um cigarro e ouvir um jazz. Faço isso? Nah! Ouvir jazz? Cada vez que pego alguma coisa tem mais gente que “estava procurando exatamente isto, neste momento”, ou seja, tem mais gente que quer usar o som, ou a sala, ou “meus préstimos”  [mãe, me leva ali?]. Cigarros não fumo mais faz muito tempo, para evitar ficar doente. E, além do mais, tem tanto para fazer. Tem que trabalhar, tem que…

Camaradas, vou dizer: ser jovem é bem mais divertido! Pode até não ser melhor, mas é beeem mais divertido.

Daí que em um dos contos do livro do Poe,tinha uma citação bacana desse Chamfort, de quem eu nunca tinha ouvido falar. Achei no Google, o cara viveu na França (1741-1794) e foi um tipo de ghost-writer da Revolução Francesa.

“Somos felizes ou infelizes por uma profusão de coisas que não aparecem, que não se dizem e que não se podem dizer.”  Sébastien-Roch Nicolas de Chamfort

Marina

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