Body com estampa Gato de Schrodinger

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A Marré deci tem uma paixão pela cultura popular. E acredita que toda forma de disseminar conhecimento é válida. Veja só: hoje é aniversário de Erwin Schrodinger. Quem? O cara que formulou a teoria do Gato de Schrodinger, que o Sheldon Cooper fala na TV!

Ora… quem saberia sobre o Dr. Erwin Schrodinger e sua teoria, se não fosse a cultura popular? Os físicos! Mas, popularizada pela série de TV, todos nós ficamos conhecendo este cientista e pelo menos um pouquinho de seu trabalho. Alguns talvez tiveram até a curiosidade de saber um pouco mais sobre a teoria, outros ficaram sabendo que existe uma coisa chamada teoria.

Republicamos o post que explica o porquê do body do Gato de Schrodinger:

Tem coisas que ninguém entende direito e também ninguém consegue explicar. Até que… alguém faz uma analogia. E tudo que era complicado fica claro! A história do gato de Schrödinger não é chamada de analogia, mas de experimento mental, e ficou famosa para os leigos (não nerds) através da série The Big Bang Theory neste episódio aqui.

As partículas subatômicas podem se comportar ora como onda e ora como partícula e não podemos determinar simultaneamente e com precisão a velocidade e a posição de um elétron. Por isto podemos falar que a física quântica se define como uma ciência probabilística, uma vez que temos apenas possibilidades sobrepostas.
As partículas no universo quântico comportam-se dependendo do observador. E isso é explicado pelo que eles chamam de Interpretação de Copenhague. Segundo o físico Niels Bohr, uma partícula quântica não existe em um estado ou outro, mas em todos os seus possíveis estados ao mesmo tempo. Somente quando a observamos é que ela decide em que estado se apresentará, probabilisticamente.

Para explicar a natureza das superposições quânticas, ou seja, a combinação de todos os possíveis estados de um sistema, Schrödinger utilizou a imagem de um gato que estaria fechado em uma caixa. Veja como ele mesmo descreveu a ideia na revista alemã Naturwissenschaften (“Ciências Naturais”) em 1935:

gatoQualquer um pode mesmo montar casos bem ridículos. Um gato é trancado dentro de uma câmara de aço, juntamente com o dispositivo seguinte (que devemos preservar da interferência directa do gato): num tubocontador Geiger há uma pequena porção de substância radioativa, tão pequena que talvez, no decurso de uma hora, um dos seus átomos decaia, mas também, com igual probabilidade, talvez todos se decaiam; se isso acontecer, o tubo contador liberta uma descarga e através de um relé solta um martelo que estilhaça um pequeno frasco com ácido cianídrico. Se deixarmos todo este sistema isolado durante uma hora, então diremos que o gato ainda vive, se entretanto nenhum átomo decaiu. A função-Ψ do sistema como um todo iria expressar isto contendo em si mesma o gato vivo e o gato morto (desculpem-me a expressão) misturados ou dispostos em partes iguais.

 

Assim, o gato serviu para explicar mecânica quântica… e veja, nenhum gato foi realmente fechado em uma caixa. Este é, afinal, um experimento mental!

Marina

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