Já ouviu falar de Erma Bombeck? Eu confesso que não. Mas fui pesquisar. Erma foi uma escritora americana (1927  – 1996). Se existissem blogs, ela teria sido uma blogueira. Escrevia colunas nos jornais sobre a vida da dona de casa, mãe, americana nos anos 60 e 70. Com um humor afiado, ficou famosa e foi para a televisão, falava sobre  assunto nos noticiários matinais.

Ontem deparei com um texto dela de que gostei muito e quis colocar aqui no nosso blog.

Mas antes, uma frase que descobri hoje, durante minha pesquisa, e que serve para inspirar uma sexta-feira que (aqui, pelo menos) está cheia de sol:

Com vocês, a frase:

Quando eu estiver em frente a Deus no final de minha vida, eu espero que não me tenha sobrado um pingo de talento e eu possa dizer: Usei tudo o que Você me deu.

E agora, o texto:

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
“Nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma…
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que estuda, até que aprenda.
O que está com frio, até que se agasalhe.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que crie os filhos.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou…
…até que o reencontre…

Marina

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