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A gente tinha muita vontade de mudar um pouco a forma como as mães, pais e principalmente a indústria vê as nossas meninas e meninos. Achávamos que os pais tinham mudado e que as perspectivas com que viam a vida tinham se alterado também. Sentíamos (na pele) que as meninas não queriam mais vestir roupas (só) cor-de-rosa. E fazíamos coro com a Rita Lee: “não provoque… é cor-de-rosa choque”.

Acreditávamos que as estampas destas roupas de bebê eram cuti-cuti demais para os pais desta nova geração, antenados, nerds, tatuados, viajados. À exceção de um unicórnio ou outro, achamos que o pessoal anda bem mais rock and roll. Por isso criamos a Marré deci!

A questão de gênero persiste, e temos o compromisso pessoal de tentar mudar este ponto de vista. No mínimo mostrar um novo. E aí vamos encontrando os parceiros, né? Vejam aí o post da Marusia em homenagem ao dia internacional da mulher. Concordando conosco: Brinquedos que gostaríamos de ver.

E você? Tá concordando? #Tamo junto?

Marina

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2 Responses

  1. Oi, Marina,
    As próprias crianças contribuem para desconstruir modelos fixos de gênero (significados que são dados previamente pelos adultos). Seja menino ou menina, seja brincadeira antes tida como “masculina” ou “feminina”, o importante é brincar junto. Assim, teremos uma sociedade mais integrada.
    Obrigada pelo link!
    Beijos,
    Marusia

    • Oi Marusia!

      Podemos tornar a sociedade melhor a partir de pequenas ações em nossas rotinas diárias? Queremos crer que sim! Uma sociedade mais integrada pode ser fruto da forma como nossos filhos observam nosso posicionamento perante a vida? Queremos crer que sim! Nós é que agradecemos por você se posicionar e contribuir para a criação de um mundo melhor para minhas filhas.

      Espero que possamos trocar mais links!

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